Qual o risco de entrar nesta realidade? Qual o risco de não entrar nela?
Ambos são grandes.
Por isso, tudo tem que ser feito com muita inteligência.
REDES SOCIAIS DECIDEM A COMPRA DE SMARTPHONE NO BRASIL
Operadoras celulares e fabricantes de celulares são os que mais se aproveitam do uso das plataformas de redes sociais, revela estudo da Frost& Sullivan. O levantamento apura que o Facebook e o Linkedin obtiveram maior crescimento se comparado ao mesmo período do ano anterior. O Brasil foi o país em que o Linkedin mais cresceu no último ano, aumentando sua base de usuários em 428%.
Hoje, a ferramenta já é bastante utilizada por departamentos e empresas de recrutamento de profissionais em todo o país. Ainda que o laptop seja o dispositivo mais usado para acessar redes sociais, o uso de smartphone para o mesmo fim apresentou crescimento significante, mostrando ser uma clara tendência no setor.
“O anúncio de videochamadas feito pelo Facebook esta semana em parceria com o Skype mostra os esforços constantes das redes sociais em agregarem novas funcionalidades para seus usuários, com o objetivo de atender todas suas demandas de constante interação”, comenta Fernando Belfort, analista sênior da Frost & Sullivan.
Aplicativos para smartphones que facilitam o acesso a redes sociais é um importante impulsionador para o aumento da venda destes aparelhos, que tem projeção de crescimento superior a 73% na América Latina em 2011.Cerca de 48% dos entrevistados, aponta ainda a Frost & Sullivan, afirmaram levar em consideração esse fator durante o processo de compra do último aparelho de celular móvel. Fabricantes de smartphones e empresas de telefonia móvel estão.investindo pesadamente para adequar seus produtos e serviços ao crescente uso das redes sociais.
“O Brasil é hoje considerado país estratégico para as grandes redes sociais globais como Facebook, Youtube e Linkedin. Algumas das maiores tendências no curto prazo serão o estreitamento do uso das redes sociais no relacionamento entre empresas e seus usuários, além da integração de soluções, como por exemplo aluguel de filmes, serviços de corretagem e compras coletivas”, analisa Belfort.
Fonte: Convergência Digital
Operadoras celulares e fabricantes de celulares são os que mais se aproveitam do uso das plataformas de redes sociais, revela estudo da Frost& Sullivan. O levantamento apura que o Facebook e o Linkedin obtiveram maior crescimento se comparado ao mesmo período do ano anterior. O Brasil foi o país em que o Linkedin mais cresceu no último ano, aumentando sua base de usuários em 428%.
Hoje, a ferramenta já é bastante utilizada por departamentos e empresas de recrutamento de profissionais em todo o país. Ainda que o laptop seja o dispositivo mais usado para acessar redes sociais, o uso de smartphone para o mesmo fim apresentou crescimento significante, mostrando ser uma clara tendência no setor.
“O anúncio de videochamadas feito pelo Facebook esta semana em parceria com o Skype mostra os esforços constantes das redes sociais em agregarem novas funcionalidades para seus usuários, com o objetivo de atender todas suas demandas de constante interação”, comenta Fernando Belfort, analista sênior da Frost & Sullivan.
Aplicativos para smartphones que facilitam o acesso a redes sociais é um importante impulsionador para o aumento da venda destes aparelhos, que tem projeção de crescimento superior a 73% na América Latina em 2011.Cerca de 48% dos entrevistados, aponta ainda a Frost & Sullivan, afirmaram levar em consideração esse fator durante o processo de compra do último aparelho de celular móvel. Fabricantes de smartphones e empresas de telefonia móvel estão.investindo pesadamente para adequar seus produtos e serviços ao crescente uso das redes sociais.
“O Brasil é hoje considerado país estratégico para as grandes redes sociais globais como Facebook, Youtube e Linkedin. Algumas das maiores tendências no curto prazo serão o estreitamento do uso das redes sociais no relacionamento entre empresas e seus usuários, além da integração de soluções, como por exemplo aluguel de filmes, serviços de corretagem e compras coletivas”, analisa Belfort.
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